A fundação

A Fundação Inimá de Paula foi instituída com a finalidade estatutária de preservar, divulgar e resguardar a obra de Inimá de Paula, bem como promover e apoiar outras atividades culturais.

Parte importante de sua missão foi a implantação do Museu Inimá de Paula que, além de exibir e tornar pública a obra do artista, incentiva e promove as artes em Minas Gerais, apoiando novos artistas e organizando exposições de arte e eventos educacionais. Iniciada em julho de 1998, teve a participação do próprio Inimá nos processos de origem da Fundação que leva seu nome, juntamente com colecionadores mineiros. A criação de uma Fundação com o artista ainda em vida foi um fato inédito no Brasil, confirmando o pioneirismo do projeto, que já tem mais de 15 anos de atividades intensas no Brasil.

Em junho de 1998, a Fundação iniciou os trabalhos do “Projeto Inimá – Catalogação de Obras”, contando com a participação direta e intensa de Inimá. Ele participou com entusiasmo do início desse processo e definiu os critérios para catalogação e legitimação de sua obra. Nessas oportunidades, 1000 obras foram autenticadas pelo próprio pintor. Ainda em 1998, a Fundação realizou a exposição “80 anos de Inimá” no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Esta foi a mais importante retrospectiva do artista já realizada.

Mesmo com o falecimento do pintor em 1999, a Fundação prosseguiu em seus trabalhos de catalogação, realizando sessões em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. No ano de 2000 foram disponibilizadas no site da fundação www.museuinimadepaula.org.br fotografias das mais de 1.000 obras catalogadas até então. Além do acesso às obras catalogadas do pintor, constam no site diversas informações sobre sua vida e obra. Ainda em 2000, a Fundação realizou mais uma exposição retrospectiva da obra de Inimá: “A Vida em Cores”, no Espaço Cultural do Tribunal de Contas de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Em 2001 Inimá de Paula tornou-se o “Patrono das Artes em Minas Gerais”, por meio de projeto de lei de autoria do deputado Amilcar Viana de Castro, aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Em agosto de 2002 a Fundação publicou o livro “Inimá – Obras Catalogadas”, uma das mais importantes publicações do gênero de toda a América Latina. Com 576 páginas e 1458 reproduções de obras catalogadas, o livro apresenta também texto de apresentação do crítico de arte José Roberto Teixeira Leite. Quando publicado, foi o maior livro de arte de um único artista da América Latina e um dos maiores do mundo. A primeira fase do processo de catalogação e autenticação de obras de Inimá de Paula foi realizada entre 1998 e 2001, culminando com o lançamento, em 2002, do livro “Inimá – Obras Catalogadas – Volume 1“, que trouxe reproduzidas as 1.458 obras cadastradas até então. Na segunda fase, que foi de 2002 a 2005, foram catalogadas mais 358 obras, dando ensejo ao lançamento do segundo livro “Inimá – Obras Catalogadas – Volume 2“, em fevereiro de 2006.

Conselho Curador e Diretor

• Mauro Tunes Junior – Presidente do Conselho Diretor

• Nestor Francisco de Oliveira – Vice Presidente do Conselho Diretor

• Cláudia Tunes – Diretora Administrativo e Financeiro

• Guiomar Lobato de Costa Cruz – Diretora de Ensino

• José Oswaldo de Miranda Júnior – Diretor de Planejamento

• Eduardo Nelson de Senna –  Diretor de Projetos e Eventos

• Adriano Bernardes de Souza (presidente)

• Alex Dombeck Shott

• Antonio Celso Ribeiro

• Cláudia Faria Tunes

• Cristina Sousa Wanderley Ferreira Marra

• Delcir Antonio da Costa

• Eduardo Janot Pacheco Lopes

• Fernando Correa de Melo Pacheco

• Fabrício Torres Sampaio

• Jones Bergamim

• Luiz Humberto Morgan da Motta

• Manoel da Cunha Macedo Filho

• Maria Letícia Nelson de Sena

• Roberto Mizarhy

• Romero Antonio Pimenta de Figueiredo

• Sérgio Assumpção Bicalho

• Luiz Flávio Bastos

• João Luiz Avelar

• Walter Luiz Diniz Braga

• Gilson Teodoro Arantes

• Raquel Elizabeth Albernaz Arantes

• Ramaya Valias